Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007
INFORMÇÃO
OLA, VENHO POR ESTE MEIO PEDIR 
DESCULPAS POR NÃO TER PUBLICADO
NADA A MUITO TEMPO. POR ISSO 
QUEM QUISER QUE EU PUBLIQUE ALGUMA COISA 
DA VOSSA AUTORIA PODEM
ENVIAR PARA O E-MAIL phantonsousa2006@sapo.pt.
MAS ESSE TEM DE SER SOBRE MUSICA SEJA 
LA QUAL FOR O SUBTEMA.
 
phanton sousa 


publicado por phantonsousa às 13:16
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Rock and Roll

Rock and Roll (também escrito Rock'n'Roll) é um gênero de música que emergiu e se definiu como estilo musical no sul dos Estados Unidos durante a década de 50, rapidamente se espalhando pelo resto do mundo. Evoluiu mais tarde para diversos sub-géneros no que hoje é definido simplesmente como "rock".

Atualmente, a palavra "rock and roll" tem diversos significados, seja para definir o rock tradicional ao estilo dos anos 50, ou para definir o rock surgido posteriormente, e até mesmo certas vertentes da música pop. Desde finais da década de 50 até meados dos anos 90 o rock foi provavelmente o estilo musical mais popular no mundo ocidental.

Os instrumentos mais comuns no rock'n'roll são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria, e muitas vezes um piano ou teclado, embora no início, o principal instrumento tenha sido o saxofone, posteriormente substituído pela guitarra no final dos anos 50.

 

 

Fonte: wikipedia



publicado por phantonsousa às 13:11
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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006
saxofone

O saxofone é um instrumento de sopro inventado em 1840 pelo belga Adolphe Sax, um respeitado fabricante de instrumentos, que viveu na França no século XIX.

Saxofone alto
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Saxofone alto

 Saxofone barítono



publicado por phantonsousa às 15:17
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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2006
Instrumento Musical

Um instrumento musical é um objecto, ou objeto, construído com o propósito de produzir música. Os vários tipos de instrumentos podem ser classificados de diversas formas, sendo uma das mais comuns, a divisão de acordo com a forma pela qual o som é produzido. O estudo dos instrumentos musicais designa-se por organologia.

Características dos instrumentos musicais

Instumentos musicais utilizados na criação de música rock. À esquerda a bateria e à direita, a guitarra eléctrica.
Instumentos musicais utilizados na criação de música rock. À esquerda a bateria e à direita, a guitarra eléctrica.

Em princípio qualquer objeto pode ser usado para produzir sons e utilizado na música, mas costuma-se utilizar este termo para designar objetos feitos especificamente com este objetivo. Isso se deve ao fato de que, em um instrumento musical, é possível controlar com mais precisão as características do som produzido. Em geral considera-se um som como musical quando podemos controlar uma ou mais de suas características: timbre, altura, duração e intensidade.

 

 Componentes

É impossível generalizar a construção e o funcionamento dos instrumentos musicais porque existe uma variedade muito grande, mas de maneira geral, qualquer instrumento possui ao menos uma das partes descritas a seguir:

 

 Elemento produtor de som

Também chamado de corpo vibratório ou corpo produtor de som. É a parte do instrumento musical que efetivamente entra em vibração em resposta a um estímulo do executante, produzindo uma onda sonora. Por exemplo, as cordas, palhetas, membranas, tubos ou o próprio corpo do instrumento. Em alguns instrumentos de sopro, ou aerófonos, é o próprio ar que entra em vibração ao passar por uma aresta, como em uma flauta.

 

 Corpo

Parte do instrumento destinada a dar suporte mecânico às outras partes do instrumento. Por exemplo, o cabo de um sino de mão. Em muitos casos, o corpo também tem função na produção ou controle do som, como o corpo de um violino que também serve para tensionar as cordas, permitir que o instrumentista controle a altura das notas e também como caixa de ressonância.

 

 Caixa de ressonância

Um violino (à esquerda) e uma viola (à direita).
Um violino (à esquerda) e uma viola (à direita).

Câmara cheia de ar, com formatos variados que serve principalmente para reforçar a intensidade sonora. O formato da câmara de ressonância permite reforçar apenas determinadas freqüências, atenuando outras. Isso possibilita um controle mais preciso do timbre do instrumento. Na maioria dos casos a caixa de ressonância faz parte do corpo do instrumento, como em um piano, um violão ou um tambor. Em outros casos está incorporado ao próprio elemento produtor de som, como em um agogô.

 

 Elementos de estímulo e controle

Envolve uma grande variedade de objetos ou mecanismos destinados a produzir os estímulos ao elemento produtor de som fazendo com que ele entre em vibração ou controlar a forma como os sons são produzidos, afinados ou modificados. Entre outros, temos arcos, trastes, plectros, baquetas, martelos, bocais, foles, teclados, válvulas, chaves ou pedais.

 

 Acessórios

As baquetas são acessórios essenciais para a bateria.
As baquetas são acessórios essenciais para a bateria.

Alguns instrumentos permitem o uso de acessórios para provocar alterações na forma de execução ou em alguma das características do som produzido. Entre os acessórios podemos citar:

 

 Tessitura e Registro

A tessitura de uma voz ou instrumento musical é a extensão de notas em que um instrumento pode tocar. Por padronização identifica-se a tessitura através do nome e da oitava da nota mais grave e da mais aguda que um instrumento pode executar. por exemplo, a extensão útil de um saxofone alto vai de Reb2 (Ré bemol da segunda oitava) até Lab4 (Lá bemol da quarta oitava). A tessitura do piano vai do Lá0 até o Do7.

Chama-se registros as três regiões em que a tessitura de um instrumento ou voz pode ser dividida. Divide-se em registro grave, médio e agudo. Cada registro tem características próprias. Em alguns casos o timbre é muito diferente de região para região. Em alguns instrumentos nem é possível executar todas as notas de uma escala em determinadas regiões. Além disso, certos efeitos sonoros que alguns instrumentos permitem só podem ser executados em um dos registros instrumentais.

O conhecimento da tessitura e do registro instrumental são fundamentais para a perfeita execução do instrumento e para a composição musical. De outra forma, um compositor poderia escrever uma melodia para um determinado instrumento com notas que ele não fosse capaz de executar.

O conceito de tessitura só faz sentido para instrumentos que permitem variação de altura, mas o registro pode indicar a região de alturas predominante mesmo em instrumentos de altura indefinida.

 

 Altura definida

Quando as notas do instrumento podem ser afinadas de acordo com escalas definidas, estes instrumentos são conhecidos como instrumentos de altura definida. Quase todos os instrumentos de cordas e sopros têm altura definida. Alguns instrumentos de percussão, como o xilofone, a celesta e os tímpanos também possuem altura definida.

Para que a altura seja definida, não é necessário que o instrumento possa variar a freqüência das notas durante a execução, mas somente que as notas possam ser afinadas com precisão em relação a outros instrumentos. Há, por exemplo alguns ton-tons que possuem altura definida, mesmo que as suas notas não possam ser alteradas durante a execução.

 

 Altura indefinida

Quando as notas produzidas pelo instrumento não podem ser precisamente afinadas, diz-se que eles possuem altura indefinida, não definida ou indeterminada. Em geral tratam-se de instrumentos não harmônicos, ou seja, possuem uma grande quantidade de parciais não harmônicos em seu timbre, o que torna a afinação difícil ou impossível. A maioria dos instrumentos de altura não definida são instrumentos de percussão, como tambores, pratos, gongos e sinos. Existem alguns instrumentos de cordas e sopros com altura indefinida, como o berimbau e o kazoo.

Por não possuirem altura determinada, estes instrumentos podem ser utilizados em músicas de qualquer tonalidade sem que haja problemas de afinação. Em geral é possível definir o registro dos instrumentos embora não sua altura. Um bumbo, por exemplo, possui registro mais grave que uma caixa, e um tamborim, por sua vez, é mais agudo do que ambos.

 

 Classificação

Conjunto de músicos a tocar violino, piano e violoncelo num auditório.
Conjunto de músicos a tocar violino, piano e violoncelo num auditório.

Existem muitas formas de classificar os instrumentos musicais. Cada uma delas se presta melhor para cada finalidade. Existem classificações que levam em conta os conjuntos instrumentais tais como orquestras. Um exemplo é a classificação dos instrumentos da orquestra sinfônica que divide os instrumentos em cordas, sopros (subdivididos em madeiras e metais) e percussão.

Algumas classificações levam em conta o caráter histórico, cultural ou religioso que os instrumentos exercem em determinada sociedade, como por exemplo as classificações tradicionais da Índia e do Tibete. Outras, como a classificação da Grécia antiga classificavam os instrumentos, por seus aspectos morfológicos, em instrumentos masculinos e femininos. Todas estas classificações têm em comum o fato de classificarem apenas os instrumentos relevantes a cada cultura ou época.

No século XIX, com a necessidade de catalogar e expor instrumentos musicais em uma coleção do museu de instrumentos musicais de Bruxelas, o organologista Victor Mahillon criou um sistema qu dividia os instrumentos, de acordo com a forma de produção sonora, em autofones, membranofones, cordofones e aerofones. Seu sistema foi ampliado por Curt Sachs e Erich von Hornbostel, dando origem ao chamado sistema Hornbostel-Sachs de classificação. Além de mudar o nome da classe autofones para idiofones, eles alteraram a forma de subdivisão de suas classes e introduziram um código decimal semelhante ao código que Melvil Dewey criou para a classificação de livros em bibliotecas.

Frequentemente utiliza-se como critério principal em várias classificações, a forma como o som é produzido. Este é o critério utilizado por Hornbostel-Sachs, Mahillon e vários outros sistemas mais recentes.

 

 Instrumentos de cordas

A guitarra portuguesa (à esquerda) é um instrumento de cordas.
A guitarra portuguesa (à esquerda) é um instrumento de cordas.

Nos cordofones o som é provocado pela vibração de parte do instrumento: as cordas, quando friccionadas, pinçadas ou percutidas. Exemplos:

 

 Instrumentos de percussão

A família tradicionalmente chamada de instrumentos de percussão pode ser dividida, pelo critério da produção sonora, em idiofones e membranofones.

Nos idiofones é a vibração de todo o instrumento musical que provoca o som. Exemplos:

O triângulo (também conhecido como "ferrinhos") é um idiofone.
O triângulo (também conhecido como "ferrinhos") é um idiofone.

Nos membranofones, o som é produzido por uma membrana esticada, tal como uma pele, tecido ou membrana de material sintético. Exemplos:

O timbalão, (um dos vários tipos de tambor), é um membranofone.
O timbalão, (um dos vários tipos de tambor), é um membranofone.

 

 Instrumentos de sopro

Nos aerofones é a circulação do ar que provoca a oscilação de componentes do instrumento musical, produzindo sons. Exemplos:

 

 Instrumentos de teclas

O Piano é um instrumento de teclas.
O Piano é um instrumento de teclas.

Os instrumentos de teclas podem ser de uma das outras categorias, mas, pelo modo de tocar, há quem considere uma categoria diferente. Exemplos:

 

Instrumentos musicais eléctricos

Categoria introduzida no século XX, para permitir a classificação de instrumentos em que os sons são produzidos puramente por meios elétricos ou eletrônicos.

 

Acessórios

                                                                                                                Fonte: wikipédia



publicado por phantonsousa às 17:39
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Domingo, 22 de Outubro de 2006
Historia da Música

História da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e freqüentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição européia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas e civilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo o globo, desde a pré-história.

Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.

                                                                                                                  Fonte: wikipédia



publicado por phantonsousa às 12:41
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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2006
Apresentação
Ola sou o phanton, uma das coisas que mais gosto e ouvir musica e faze-la claro. Aqui será aceite tudo o que tiver relacionado com musica. Por favor colaborem.....  Para enviar artigos para colocar neste site e so enviar para phantonsousa2006@sapo.pt. e so enviar k o blog e logo actualizado......


publicado por phantonsousa às 23:45
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